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10 de mai de 2008

Eu adoro música, adoro ritmos diferentes, sons diferentes...

Well, well... provavelmente eu nasci ouvindo música, pois nasci em casa, com parteira - nada de hospital. Eu posso até imaginar que música estava tocando naquela hora. Meus pais sempre encheram a minha casa com música e cresci escutando de tudo, de Nelson Gonçalves ao Grupo The Fevers (lembram?), passeando pelo piano clássico de minha mãe, que até o final de sua vida praticou, até parando para ouvir o cantor Belo (ah não, isso não... diria alguns pela situação vivida por ele) - mas eu estou falando de música, não é?

E por isso, meus caros, existe tanta variedade musical no meu blog. E sempre haverá. O primo de minha mãe (por tabela meu primo também) veio a esse planeta com o nome de Humberto Teixeira - quem conhece bem sobre a música brasileira sabe da sua contribuição. Então, espero ter explicado tanta música diferente aqui... ah, e já ia me esquecendo: alguns blogueiros aconselham tirar a música do blog, mas eu não consigo, por isso deixo a opção de desligarem a minha vitrola blogueira.

De vez em quando, eu faço uma excursão pelo YouTube atrás de vídeos de músicas maravilhosas - é, eu sei, vou precisa futuramente de uns 200 blogs para colocar todas...rs - e me deparo com alguns vídeos inesquecíveis e que gostaria de postar - mais uma explicação para os vídeos que surgem por aqui e que vão continuar brotando.

Ah, o nome do site do blog... Para alguns que me perguntaram "mas que raios de nome é esse???"... sempre usei o "pseudônimo" Ebudaeangel. E não tem nada a ver com o Buda (como alguns pensaram), mas tem muito a ver com Anjos. E foi a voz angelical da Enya que me inspirou, particularmente duas de suas músicas: Ebudae e Angeles. Vale a pena conferir.



Depois da paixão pela música, vem minha segunda tentação - a tradução. Ah, agora está começando a fazer sentido algumas coisas... Trabalhei como tradutora autonôma por alguns anos, fazendo traduções técnicas e literárias. Daí, fui convidada a trabalhar como tradutora para a Rádio 98 FM e passei a fazer todas as traduções do Programa Good Times, cujo apresentador era o Fernando Borges, cuja linda voz e enorme carisma eternizou o programa.

Atualmente, o grande Fernando Borges excusiona pela Cidade com a sua Banda Good Times, que por sinal é ótima - esse show é um show e eu recomendo.

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Música, sempre música... A música toca a nossa alma e nos carrega no colo até aquele estado de espírito que transmuta a alegria, a paz, o encontro interior do amor individual com o amor universal. Tudo fica mais lindo com música. Embora, eu mesma, como discípula de Paramahansa Yogananda reconheça também a importância do silêncio para alcançar uma vibração mais elevada em estado de meditação. Mas... existem vários tipos de meditação, não é mesmo?

Então, vamos meditar celebrando... e nada melhor do que uma cena do Lilo & Stitch, com o vozeirão de Mark Keali'i Ho'moalu com suas 40 crianças... e mais abaixo, um vídeo sobre a gravação dessa maravilhosa melodia. Vejam quão divino e poderoso é ouvir aqueles pequeninos em perfeita sincronia, e o que é muito mais importante, se divertindo a beçaaaaa....








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8 de mai de 2008

Acordar é preciso, viver também é preciso...

Quando leio textos assim eu reconheço que ainda não acordei para muita coisa...

"Você sabe o que significa a palavra "acordar"?
Vamos fazer uma brincadeira e separar em sílabas da palavra acordar: a-cor-dar.
Viu? Significa dar a cor.

Colocar o coração em tudo que faz.
Existem pessoas que acordam às 6h da tarde.
É isso mesmo!
Pela manhã caem da cama, são jogadas da cama, mas passam o dia todo dormindo.
E existem alguns, acredite, que passam a vida toda e não conseguem acordar.
Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade. Ele me disse: - Eu descobri que estou na profissão errada! E ele já estava se aposentando... Imagine o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família! Foi infeliz durante toda sua vida profissional porque simplesmente não "acordou".
Eu, na época, era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me ensinando naquele momento. Por mais cinzento que possa estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele.
Sabe por quê? Por que a vida tem a cor que "a gente pinta".
O engraçado é que os dias são todos exclusivos. Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu. Ele está ali, esperando que eu e você façamos com que ele seja o melhor da nossa vida.
Os meus dias são os mais lindos da face da Terra porque eu os faço ser os mais lindos da face da Terra.
Acredite em você! O universo é o limite!
Dê a você a oportunidade de "a-cor-dar" todos os dias e compartilhar com os outros o que Deus nos dá de melhor: o privilégio de ser e fazer os outros felizes."
(Desconheço o autor)

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Tenham um dia de muita paz!

6 de mai de 2008

É tão chato quando um romance acaba...

Final de romance... que coisa mais chata e sem graça! Por que tem que terminar, não é? Aliás, tem certas coisas que não deveriam nem ter começado. E “Eduardo e Mônica” (nomes fictícios, claro!) é um exemplo disso. Como na música do Legião Urbana eles eram tão diferentes que acabaram se atraindo: ela, solteira, livre e independente; ele, solteiro, porém enredado, inseguro e enrolado num passado triste. Ela apostando num relacionamento sério. Ele só queria provar novos temperos (ai, essa doeu né?). Ela culta, e ele, como diz uma amiga, “subal” (vem de subalterno – essa é pior ainda!). Aqui a música encaixa direitinho, “ela falava coisas sobre o Planato Central, também magia e meditação e o Eduardo ainda tava no esquema “escola, cinema, clube e televisão...”

O pior de acabar não é o fim, nem a falta de esperança no amanhã, nem o mantra mental que acorda e dorme com você ressoando “você perdeu o seu tempo”; nem as rugas a mais, nem o envelhecimento precoce, nem o acordar com aquele desânimo... isso tudo não é nada perto do pior dos sentimentos: o desamor.

Para onde foi toda aquela paixão, todo aquele tesão, todo aquele carinho, todo aquele amor???

Aí, alguns entendidos vão dizer “isso não era amor, era só paixão; e paixão acaba”. Eu não acredito nisso. Nada acaba, nós é que gostamos de dar fim nas coisas. Eu acredito mais no ditado que diz “tudo muda, tudo se recicla”. Assim também deveríamos tratar o amor.

Mas não... pessoas infelizes como o “Eduardo” fazem questão de acabar com o amor e deixam um rastro de infelicidade em seu caminho e no caminho que cruzar o dele; e sabe por que? Porque ele não é feliz. Nunca é feliz aquele que prefere cultivar o desamor. Nunca será feliz aquele que preferir cultivar o prazer imediato e descartar o único verdadeiro e duradouro sentimento que existe: o amor.

Mas eu conheço um casal, um outro “Eduardo e Mônica” que deu certo. E estão juntos até hoje, felizes, por que o Eduardo deu valor ao diamante que foi parar nas mãos dele e o segura com toda força que lhe é capaz, com o corpo, a mente e o espírito, isso até hoje, pasmem, em pleno século da doideira... desejo felicidades eternas aos dois, pois eu acredito na eternidade da vida e do amor.

Enfim, hoje não existe mais o meu “Eduardo” – e se desconfiaram, sim, eu sou a “Mônica” – e desejava ardentemente que tivesse dado certo e que eu pudesse ouvir o Legião Urbana sem sentir um nó no estômago. A sensação de desamor dói, pesa na alma, como uma estrela que subitamente descobre que escureceu e deseja continuar brilhando.

Mas, tem outra música que eu adoro, chama-se “Here comes the Sun” (do sempre adorado George Harrison) – e para transmutar essa fase de desamor nada melhor do que música, qualquer música, mas esta em particular me fala ao coração e diz assim “lá vem o sol, du du du du, lá vem o sol... e está tudo certo...

E sigo com a certeza de que fiz o melhor que pude para não deixar aquela estrelinha apagar. E, lá nas profundezas do meu sábio ser, o meu coração sabe que a luz daquela estrelinha não apagou, que está apenas obscurecida pelo sol da vida que surge para germinar as sementes de tudo no universo.

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Muita luz e paz para todos.

AAAAAAAAtchiiiiiiiiimmmmm... Vitamina C e Cama...

É assim que estou agora; espirrando quase de hora em hora e tenho certeza de que esses espirros vêm em represália as loucas mudanças de temperatura; parece que o planeta Terra endoida de repente e faz com que todo mundo responda também de forma louca, tossindo, espirrando, nariz escorrendo, voz rouca, sem querer sair da cama, cheia de irritação, com vontade de trocar de nariz e de cabeça se vendessem nas farmácias. Assim, do nada, o ar do planeta fica esquisito, o clima fica frio e ao mesmo tempo faz calor. E a temperatura sobe e desce numa gangorra hipnotizante, e o meu nariz vai atrás; e não adianta dizer ao nariz para não dar bola pro tempo. Todo nariz adora cheirar, não tem jeito. Uma coisa de doido!!!

E quando estou assim, eu perco o saco de ir a médicos; eles parecem seres de outro planeta, meio enlouquecidos e perdidos aqui na Terra; quase todos, é claro... Principalmente aqueles que sofrem do famoso mal do “conhecimento entubado”, é como uma virose – lêem tudo, mas não chegam a conclusão alguma – tudo vira uma grande virose.

Então, fui me consultar no oráculo e perguntei ao Mestre Google, o que eu tenho? Magicamente, o oráculo me trouxe uma entrevista brilhante (como tudo nele) do Dr. Dráuzio Varella sobre a diferença entre gripe, rinite alérgica e resfriado. Pronto, me consultei sem sair da frente do computador – eu sei, eu sei, também sofro do vício do computador. Mas um dia eu faço um sério tratamento para isso...

Enfim, agora eu já sei que meu corpo está tendo um resfriado. Aliás, está resfriado desde a última 5ª. Feira; me fez passar o feriadão simplesmente me sentindo um caco... não gosto muito dessa expressão, fico logo imaginando um prato ou um pires quebrado; enfim, a sensação é de que o corpo está desconjuntado. E com isto, a minha cabeça vai atrás do corpo, por mais que eu diga ‘ei, vocês não são gêmeos, e não podem ficar se imitando assim’. Não tenho aquele poder místico de separar corpo da mente, AINDA... mas um dia eu chego lá!

Apesar do resfriado no corpo, no domingo fui até Mazomba para tomar banho de cachoeira; a água estava deliciosamente fria.

Eu não gosto de água fria, mas aquele banho relaxou meu corpo e em parceria com o resfriado deixou meu corpo super relaxado, até hoje, rs... o corpo de desconjuntado passou a ficar molenga. O nariz, este infelizmente, continua desobediente.

Por isso, hoje vou ficar de molho em casa, seguindo o conselho de minha saudosa mãe - lembro que ela repetia o conselho que ouviu a vida inteira sempre que via alguém carregando um resfriado: "você precisa de chá de alho com mel e limão, e muita, muita cama".


Bom início de semana a todos.